Às vezes, sinto uma vontade imensa
de chegar em qualquer lugar,
seja vazio ou repleto de gente,
e gritar:
“Caralho! Será que tem algum ser humano
de verdade nesse mundo?”
Mas sei que não haverá resposta alguma,
nem do silêncio do vazio,
nem da barulheira da multidão.