Porque sozinha em teu silêncio,
sei que as lágrimas podem escorrer,
ao lembrar de nossos momentos,
do nosso pequeno mundo,
que criamos só para nós.
E esse foi o problema.
“Criamos” tudo.
Nada existiu de verdade.
Mas sei que teu perfume continua sendo o meu,
sei que, de alguma forma,
eu continuo vivo aí dentro de ti.
Embora esteja morto,
morto para mim,
morto em mim,
vivo em ti.